Los mortales por Vicente Méndez

Los mortales por Vicente Méndez

por Vicente Méndez

LOS MORTALES.

Los mortales solo abren el corazón

Cuando están al borde del precipicio

Durante la vida van a la deriva buscando quien sabe qué

Mientras andan el camino a ninguna parte

No se preocupan de su destino

Y viven dando vueltas al laberinto sin parar.

   Aquellos que están ahí  para ser temidos o admirados

Sueñan con fastuosas  visiones

Que solo existen en su irascible imaginación

Que ven en los ojos de los pobres vasallos

¡Famélicos  de espíritu  crítico que

Ignoran que todo es solo apariencia!

Que eso nunca sería real sin su torpe debilidad

Deberían  saber que aquellos luego se lo harán pagar.

    En cualquier punto de la Tierra la vida permanece detenida,

Congelada en un solo instante que creemos larga

¡Más el tiempo es solo un suspiro de dolor!

Pobres hasta en eso pensamos que es un sueño la vida,

La belleza que creemos ver es un engaño

Mata a quien la posee y paraliza a quien la contempla

Párense a pensar, cuanto se dice de ella es falso,

¡Hasta la misma Muerte lo es!

 

Vicente Méndez. 21/5/2021

Vicente Méndez González

Vicente Méndez González

Poeta

Vicente Méndez González:  vive en Vigo, Pontevedra

Figura en la Guía Cultural de Artistas de Galicia. (Xunta de Galicia 2004)

Exposiciones: Colectiva Xuventude, Xunta de Galicia Universidade Popular de Vigo

OBRA:- Talla en Madera, Escultura, Pintura y Poesía.

POESÍA:-Libro publicado.  Necesito un Nombre.

Colactánea Literatura e Artes—Raía Luso Española

COLABORACIONES:-Colectivas en varias editoriales,  en libros de Poesía.—Amarga Hiel, Mar de Nubes, Melodía de colores, Días de Sol, Vientos del Pasado, Tragedias Poéticas II, y Erotismo Poético III. Poetas Nocturnos III.

NOVELAS:– La Coleccionista de Clavos.

Publicadas. Qué Vida más extraña= Una Mala Historia.

Los Gritos de los que se Creían Vivos y llevan años Muertos.

MICRO RELATOS.  Pluma, Tinta y Papel.

NOVELA   El  Regreso a Valdecasas.       

Olvidados

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A salvação pelo verde por Risoleta C. Pinto

A salvação pelo verde por Risoleta C. Pinto

Em Congeminações de um Neopitagórico, António Telmo desdobra-se em duas personagens: Nathan, o judeu, e Thomé, o cristão, nascidas a partir de outra criação sua, Thomé Natanael, e através daqueles “dois” elaborando saborosos diálogos onde o símbolo constitui a linha central. Andando à volta da serpente no seu movimento ondulante, relacionando-o com a própria forma da primeira letra do nome e a estrutura serpentina das cantigas paralelísticas galaico-portuguesas, chegam à avelaneira, árvore cantada nestas composições. E apesar de não se enquadrar no tipo de árvores iniciáticas apresentadas por René Guénon, por ter folha caduca, o qual vê nas árvores de folha perene como o pinheiro, sinal de ressurreição e de imortalidade, por estas árvores que estão sempre verdes e as que produzem gomas e resinas incorruptíveis desempenharem um papel importantíssimo no mundo dos símbolos, ainda assim Nathan recorda que a avelaneira em Portugal «se encontra sobretudo na zona galaico-portuguesa, esse domínio dos trovadores» e que apesar de não estar no caso das árvores apresentadas por Guénon, «tem outros predicados. Por elas podemos estabelecer uma ligação dos trovadores com os druidas. A sabedoria dos sacerdotes celtas ter-se-á transmitido em cadeia até aos trovadores, aos poetas-sacerdotes e aos poetas-guerreiros galaico-portugueses.» Acrescenta ainda Nathan-Telmo que em qualquer enciclopédia, a avelaneira é apontada como sendo, entre os celtas, tal como a azinheira «uma árvore distinta das outras pela sua sacralidade, não só porque espalhava o seu pólen em pleno Inverno, como porque os seus ramos, utilizados para detectar águas subterrâneas, funcionavam como varas de poder nos ritos sacrossantos.»

parque da cidade1
parque da cidade1

Tive esta sensação de mistério e de sagrado recentemente, quando de visita ao Porto, no Parque da Cidade, que ainda não conhecia, pela intensidade do verde, pela extensão, pelo microclima, pela cerrada e extensa floresta que nos rodeava, me senti num bosque druida. As pedras, os lagos, o silêncio, a solidão e ao mesmo tempo a presença de mães com bebés, conferem ao espaço uma aura antiga e nórdica onde só faltavam as fadas. Levávamos leitura, mas a frescura, o grau de humidade e mesmo a chuva que acabou por acontecer das duas vezes que lá fomos, não permitiram o pousio, sendo mais compatíveis com a caminhada silenciosa e contemplativa, os passeios dos bebés nos seus carrinhos e as brincadeiras e correrias das crianças atrás dos patos dos dois lagos. Acredito que em Julho ou Agosto, com dias muito quentes, seja um refúgio propício à leitura em contacto com a terra, mas nestes dias ainda indefinidos, saímos do Porto com sol, ali encontrámos a condensação do ar e a frescura, e regressámos ao Porto cintilante. Trouxemos para a cidade alguma humidade no cabelo e por dentro, no cérebro e espalhada pelo corpo, uma imensa paz nascida do banho de verde, silêncio e mistério. O mesmo me aconteceu em certas partes do Minho e da Galiza, durante o caminho para Santiago: a sensação nórdica de pertencimento à Natureza. Recomendo. Uma espécie de caminho de salvação deste mundo demente em que sobrevivemos.

Risoleta C. Pinto Pedro, Lisboa

Risoleta C. Pinto Pedro, Lisboa

Colaboradora Portuguesa

Risoleta C. Pinto Pedro, nascida em Elvas, é autora nas áreas do romance, novela, conto, poesia, teatro, ensaio, crónica periodística e radiofónica (Antena 2), conto infantil e BD, assim como ópera, canção, cantata e musical, tendo escrito libretos a convite dos compositores Jorge Salgueiro, Paulo Brandão e Helena Romão, com incursões também na escrita para dança (Companhia de Dança Amalgama). Tem mais de vinte obras publicadas, para além de colaboração em revistas, catálogos, manuais e colectâneas. Na ficção recebeu o Prémio Revelação APE/IPBL, O Aniversário, 1994; Ferreira de Castro (A Criança Suspensa 1995), tendo sido duas vezes distinguida na poesia pela Sociedade da Língua Portuguesa. Foi professora de Literatura em várias escolas, nomeadamente, e durante mais tempo, na Secundária Artística António Arroio. Tem escrito e feito conferências sobre as obras de: Fernando Pessoa, Teixeira de Pascoaes, Jaime Cortesão, Sebastião da Gama, Bocage e Jaime Salazar Sampaio, entre outros. Mais recentemente, tem estudado, escrito e publicado ensaio sobre a obra dos filósofos Agostinho da Silva (A Literatura de Agostinho da Silva, essa alegre inquietação, 2016) e António Telmo (António Telmo- Literatura e Iniciação, 2018), pela editora Zéfiro. Publicou, recentemente, três livros pela editora Sem Nome: Cantarolares, um Sabor Azul (poesia, 2017), Ávida Vida (poesia, 2018) e A Vontade de Alão (novela, 2019). No prelo, a sair no próximo Janeiro, uma novela a anunciar em breve, e em avançado trabalho editorial, dois livros de poesia, um deles já projectado para meados de 2022.

Blogue: http://aluzdascasas.blogspot.com/

Um amigo da Galiza da paz e da liberdade

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La gente mayor y la tecnología por Aloisio Suárez

La gente mayor y la tecnología por Aloisio Suárez

"La gente mayor y la tecnología"

Aloisio Suárez

Conozco a varias personas mayores que tienen dificultades para manejar aparatos como ordenadores, tabletas, etc. O que no los tocan y directamente los rechazan.

            Según un estudio del BBVA del año 2020 basado en datos de Eurostat: “Hay una parte de la población española cuyas dificultades en el acceso y uso de las tecnologías digitales hacen que no puedan aprovechar los beneficios que brindan los avances en la digitalización. Casi la mitad de las personas entre 65 y 74 años que utilizan internet cuentan con habilidades digitales bajas. Existe una brecha digital en España que afecta especialmente a las personas mayores lo que ha provocado en las circunstancias actuales, la necesidad de ponerse al día muy rápido.”

            Hace ya algunos años que la UE ha ampliado el concepto de analfabetismo de tal manera que el nuevo incluye habilidades mínimas con la tecnología digital. Así que se consideran personas analfabetas a las que carecen de habilidades mínimas con la tecnología informática.

            Vivimos en la era de la información y, más concretamente, de la información digital, por lo que las personas deberían hacer un esfuerzo para adaptarse a estas novedades.

            Las personas que no se adaptan al uso de las tecnologías corren el riesgo de ser excluidas del convivio social en algún momento.

            Algunas personas adultas, incluidas las mayores, suelen mostrar su incomodidad  cuando deben reconocer que no saben o no son capaces de hacer algo, especialmente si ese algo está relacionado con la tecnología.

Soy una persona mayor y sufrí ese problema cuando introdujeron los ordenadores en mi lugar de trabajo hace ya muchos años. Tuve que adaptarme y me adapté.

            La gente mayor que tiene problemas con la tecnología debería hacer un esfuerzo e interesarse por aprender a manejar los aparatos tecnológicos, en especial ordenadores y tabletas y, si hace falta, buscar ayuda.

Tecnoloxía

Esta ayuda a las personas mayores en el manejo de las tecnologías debe ser ejercida, por lo general, de una manera muy especial. Las personas mayores acumulan una gran  experiencia  pero con la vivencia es normal que hayan desarrollado distintos tipos de bloqueos psicológicos. Estas personas suelen tener necesidades educativas especiales y deberían ser ayudadas por personal con habilidades pedagógicas y experiencia en ese tipo de alumnado.

            Estoy hablando de aprender. La persona que aprende debe hacer prácticas. Si no hay prácticas, no hay aprendizaje duradero. Lo normal es que las dudas en el uso de la tecnología aparezcan con la práctica.

Hay que practicar con frecuencia. Preferentemente a diario, aunque sea poco tiempo cada día.

            Lo que se aprende un día, si no se practica, se olvida.

            Pero no es solo eso.

            La tecnología en general, es decir, los aparatos y las aplicaciones, en su gran mayoría fueron creados en Estados Unidos y, por eso, es muy frecuente que aparezcan términos en inglés cuando se hace uso de ellos.

            Esta es una asignatura pendiente para mucha gente, sobre todo, gente mayor.

            No hay que tener miedo al inglés. No hace falta saber hablar o escribir. Simplemente hay que saber cómo traducir las palabras cuando aparecen. Para eso se puede usar el traductor de Google que yo creo que funciona muy bien.

Aloisio Suárez

Aloisio Suárez

Position

Chámome Aloisio Suárez Arroyo e estou xubilado. O meu pai era español, nacido en Cotobade, e foise a traballar a Brasil. Eu nacín en Brasil hai 66 anos. No ano 1997 vin a vivir a España coa miña familia, a muller e dous fillos. Teño a carreira de Física, aínda que tamén estudei Enxeñería e Matemáticas. Sempre traballei como profesor impartindo clases de Matemáticas, Física e Informática. Dei clases de Informática desde o ano 1985 ata 2013. Estou en contra do sistema capitalista e non creo na democracia. Para min, nunha sociedade de clases o que hai é democracia para unha clase ou para a outra. Participei en distintas formacións políticas de esquerda en Brasil e en España. En especial participei en Podemos, en Pontevedra, desde 2014 ata 2019. Fun membro do Consello Cidadán Municipal de Podemos en Pontevedra ata a súa extinción.

Un perfil de nuestra sociedad

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Frank James Cooper por José Luis Vázquez

Frank James Cooper por José Luis Vázquez

FRANK JAMES COOPER, un tipo creíble, que no entendió a Ayn Rand

 Gary Cooper para los amigos.

Nació en 1901 y murió recién cumplidos los 60 años.

 Sus padres eran de origen británico y de posición acomodada. Vivían en un rancho, donde Gary Cooper aprendió a cazar, pescar y montar a caballo.

En Bedforshire, Inglaterra, estudió latín, francés e historia.

A los 15 años sufrió un accidente de coche y se lesionó la cadera. El doctor que lo atendió (que debía ser una eminencia), le recomendó recuperarse montando a caballo. Se le quedó un andar rígido y desequilibrado.

Se casó a los 32 años con Verónica Balfe, multimillonaria, actriz y veinteañera. Dieciocho años después se separaron. Pasados tres años volvieron a reconciliarse, pero en todo este tiempo Verónica supo que él le era infiel con numerosas mujeres. Tuvieron una hija.

 En 1942 tuvo un romance con Ingrid Bergman. En 1948 se lió con Patricia Neal y, cuando se enteró de que ella se había acostado con Kirk Douglas, le pegó.

 A él también le gustaban los hombres. Era un secreto a voces la relación que mantuvo con el actor Anderson Lawler.

Fue amigo, durante veinte años, de Ernest Hemingway,  al que visitó varias veces en Cuba y con el que realizó algunos safaris para cazar. También era íntimo de Cary Grant y los tres coincidieron en numerosas ocasiones.

Gary Cooper 1

Era, junto a James Stewart, el hombre bueno de América. Un héroe popular, por el que suspiraban millones de mujeres. Las mujeres que pasaron por su cama nadie lo sabe, pero fueron muchas.

 Era un apasionado de las artes, de la pintura, las armas y los automóviles. No le gustaba bailar, leer ni escribir.

 Introvertido, de largos silencios, modesto, poco pretencioso. Republicano conservador. Anticomunista y antifascista. Machista, como muchos de los actores de la época.

 Comenzó a trabajar en el rancho de su padre, después marchó y quiso encontrar un empleo como dibujante, finalmente las mujeres condujeron su carrera en Hollywood hacia el estrellato.

Comenzó en el cine mudo a partir de 1925, participando en numerosas películas como especialista, secundario y finalmente de protagonista. Su habilidad como jinete facilitó que le contrataran para aparecer en wésterns.

Su primera película en el cine sonoro fue “El Virginiano” en 1929

En total actuó en 115 películas de las cuales en 84 como protagonista.

Ganó dos veces el Oscar, le otorgaron un Oscar honorífico a punto de morir y fue nominado otras tres veces. Sin duda, uno de los grandes actores de la historia del cine.

El Virginiano

Hay muchas películas protagonizadas por Cooper que podrían destacarse, pero voy a centrarme en dos de ellas, que además de buenas me parecen de interés.

La primera El Sargento York (Sargent York), de Howard Hawks, 1941.

En la adaptación al cine participó John Huston. Era un homenaje al soldado americano más condecorado en la primera guerra mundial. Un film motivador para involucrar a los americanos en lo que llegó a continuación: la segunda guerra mundial.

Un joven paleto, broncas, bebedor y con buena puntería se enamora de una hermosa joven prometiéndole comprar un terreno para construir la casa en la que vivirán. No lo consigue refugiándose en Dios y la Biblia. Estalla la guerra y pide ser exonerado de empuñar las armas y tener que matar, pero lo nombran cabo y su comandante lo hace reflexionar: dale al César lo que es del César y a Dios lo que es de Dios.

Sargento York

Coge el fusil y se va al frente. Mata a veinte alemanes y hace numerosos prisioneros el solito. En América lo reciben como un héroe con todos los honores.

Es un buen ejemplo de película bélica y también podría encuadrarse como biográfica y como drama.

La interpretación de Gary Cooper es contenida y llena de matices.

La segunda película es El Manantial (The Fountainhead), de King Vidor, 1949

 Ha terminado la guerra mundial y la preocupación es mejorar el nivel de vida.

Howard Roark es un arquitecto ávido por demostrar su talento, en lucha contra todos y contra todo.

Dominique Francon es una columnista del diario The Banner of New York, individualista y libre.

El afán profesional y una tórrida relación se establece entre los dos.

 La música fue de Max Steiner, que también compuso la banda sonora para El Sargento York. Era un músico austriaco que comenzó a componer con el cine sonoro. Fue nominado 20 veces al Oscar y ganó tres.

El manantial

La fotografía fue de Robert Burks que era un habitual de las películas de Hitchcock

La guionista fue Ayn Rand, autora de la novela del mismo nombre.

Ayn Rand fue filósofa, escritora y guionista de cine. Rusa de origen judío. Tardó siete años en escribir la novela, después de trabajar gratis en 1937 en el despacho de un arquitecto. La rechazaron doce editoriales. Defendía el laissez faire del capitalismo. Era contraria al socialismo, a la religión y al altruismo. Partidaria del aborto y la libertad sexual. No creía en Dios. La guía, según ella, debía ser la razón y el individualismo. Es la escritora favorita de Trump

 A Gary Cooper no le gustó como quedó la película y no entendía bien de que iba. Su alegato, hacia el final, no tiene la fuerza ni la verdad de un actor como él.

 Gary Cooper era un tipo sin trampa ni cartón, sin método de interpretación, lo suyo era naturalidad. Convivía con el personaje sin esfuerzos, resultaba creíble a pesar de que era inconfundible. Murió demasiado joven.

Jose Luis Vázquez

Jose Luis Vázquez

Escritor

Estudió Ciencias Económicas en la Universidad Central de Barcelona y cursó un máster en Dirección de Marketing en EADA.

Ha trabajado como directivo financiero y de logística en varias empresas de logística y alimentación.
Ha realizado numerosos viajes de aventura por los cinco continentes, ascendiendo montañas, conviviendo con tribus y cruzando ríos y mares.

Le encanta el cine, y los wésterns en particular.
Lector empedernido: novela, historia, ciencia y filosofía.
Cursó tres años de Narrativa y Novela en la prestigiosa Escola d’Escriptura del Ateneu de Barcelona.
Ha publicado dos libros: Clara y algo más, de cuentos, y La memoria en color, autobiográfico.
Barrabás el Sicario es su primera novela.

Entrevista

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O diñeiro por José Solla Casqueiro

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“De xaneiro a xaneiro o diñeiro sempre é do banqueiro”

Jose Solla Casqueiro

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Fotógrafo

Jose Solla Casqueiro naceu en Pontevedra no ano 1962, encántalle a fotografía artística, conceptual, minimalista, a actividade física e as viaxes, é un aventureiro incansable.

É profesor de Educación física recén xubilado

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