Lingua irmá
Nada por Charo Valcárcel Mato
por Charo ValcárcelSon mar,son terra Son chuvia e tamén son efémera pinga que esvara da folla e xa é nada Son estrondo algarabía canto doce e tamén son berro atrapado no silencio e gozo agochado na soidade Son paxaro ceo azul vermello ocaso e tamén son luz que apaga...
Se eu pudesse por Graça Amiguinho
SE EU PUDESSE Ah! Se eu pudesse virar o mundo do avesso, mudar tudo o que é maldade e criar perfumados lírios roxos de amor e verdade! Se eu pudesse ser luz, luz que iluminasse a escuridão, as trevas, a maldição, faria da Poesia, com um gesto de magia, um laço...
O espelho onde me revejo por António Silva
O espelho onde me revejo Olho-me ao espelho devagar E perante mim, passam todos os anos que eu tenho Como se fosse um filme, uma película a preto e branco São as imagens de uma vida Que lentamente eu vejo e revejo no espelho velho, Atentamente reconheço várias cenas...
A Paz por Graça Foles
A paz começa dentro do teu coração. Se não vives feliz, se não sabes amar, se não sabes perdoar, se não sabes compreender, se não queres perceber o mundo que te rodeia, como poderás viver em Paz? Se vives no teu mundo, alheia a tudo, se a tua vida é uma vida sem...
As rosas da cor do sol poente por António Silva
As rosas da cor do sol poente Plantei no meu jardim uma roseira sem saber sua cor O orvalho ia regando docemente a minha roseira Eu contemplava seu crescimento E quando ela cresceu, seus botões perfumados Eram da cor do sol poente, e adocicados Mesclados com as...
A Bruma por Teresa Melo
A BRUMA Desce o manto leve esfumado, De suave brancura acinzentada, Na ponte de filigrana encantada; Coroa do Douro tão amado. Ao atravessar a ponte se deslumbra, A bruma que envolve o rio; Luzes desde o morro ao cais, sombrio As janelas, candeias...
Deixaste comigo un pouco do teu perfume por António Silva
Deixaste comigo um pouco do teu perfume Quero que as manhãs deixem as tardes em silêncio E que as ruas fiquem ensolaradas Dentro de outros mundos inventados Com as rosas do mês de Maio floridas E as madressilvas perfumadas E eu fique olhando o horizonte Sobre a vida...
Regresso a casa porque o tempo se faz tarde por António Silva
Poema Regresso a casa porque o tempo se faz tarde António Silva Maio de 2024 Foto/PinterestNum papel da cor da cal Das casas da minha aldeia Que ficam longe como o tempo Fui fazendo rabiscos com um lápis da cor do mar E com a saudade do sabor das amoras Regresso a...
O meu mar por Teresa Melo
O MEU MAR Os meus olhos mergulham no azul profundo do mar;Fremente de espuma rendada, em flor,Que acaricia as suaves ondas,Num egrégio festim de esplendor marinho.As algas, em silenciosa dança, entrelaçam-se;Namorando os tímidos raios de sol,Que, em fios de ouro,...
OS CRAVOS DE ABRIL por Graça Foles
OS CRAVOS DE ABRIL Em Memória de CELESTE CAEIRO Celeste Caeiro nasceu a 2 de Maio de 1933 na antiga freguesia do Socorro, em Lisboa. Filha de mãe galega, era a mais nova de três irmãos e quase não conheceu o pai, que os abandonou. Tinha família na Amareleja, que nos...
Nunca me despedi de ti por António Silva
Poema Nunca me despedi de ti António Silva Junho de 2024 Foto/PinterestNunca me despedi de ti Afinal é apenas um sono de minutos breves Mas um sono sem ter sonhos, Apenas te dei um beijo de boa noite Foi naquele anoitecer Que não se repete mais Era noite, uma noite...
Comi meu pão de côdea já dura por António Silva
Poema Comi meu pão de côdea já dura António Silva Junho de 2024 Foto/PinterestEu já comi meu pão de côdea dura Que minhas mãos amassaram Quando me despedi Deixando meu trigo novo na eira, E naquele velho portão Um portão pintado de verde Mesmo sendo o verde a cor da...
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