Lingua irmá

Nada por Charo Valcárcel Mato

Nada por Charo Valcárcel Mato

por Charo ValcárcelSon mar,son terra Son chuvia e tamén son efémera pinga que esvara da folla e xa é nada Son estrondo algarabía canto doce e tamén son berro atrapado no silencio e gozo agochado na soidade Son paxaro ceo azul vermello ocaso e tamén son luz que apaga...

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Se eu pudesse por Graça Amiguinho

Se eu pudesse por Graça Amiguinho

SE EU PUDESSE   Ah! Se eu pudesse virar o mundo do avesso, mudar tudo o que é maldade e criar perfumados lírios roxos de amor e verdade! Se eu pudesse ser luz, luz que iluminasse a escuridão, as trevas, a maldição, faria da Poesia, com um gesto de magia, um laço...

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A Paz por Graça Foles

A Paz por Graça Foles

A paz começa dentro do teu coração. Se não vives feliz, se não sabes amar, se não sabes perdoar, se não sabes compreender, se não queres perceber o mundo que te rodeia, como poderás viver em Paz? Se vives no teu mundo, alheia a tudo, se a tua vida é uma vida sem...

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A Bruma por Teresa Melo

A Bruma por Teresa Melo

A BRUMA   Desce o manto leve esfumado, De suave brancura acinzentada, Na ponte de filigrana encantada; Coroa do Douro tão amado.   Ao atravessar a ponte se deslumbra, A bruma que envolve o rio; Luzes desde o morro ao cais, sombrio As janelas, candeias...

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O meu mar por Teresa Melo

O meu mar por Teresa Melo

 O MEU MAR Os meus olhos mergulham no azul profundo do mar;Fremente de espuma rendada, em flor,Que acaricia as suaves ondas,Num egrégio festim de esplendor marinho.As algas, em silenciosa dança, entrelaçam-se;Namorando os tímidos raios de sol,Que, em fios de ouro,...

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OS CRAVOS DE ABRIL por Graça Foles

OS CRAVOS DE ABRIL por Graça Foles

OS CRAVOS DE ABRIL  Em Memória de CELESTE CAEIRO  Celeste Caeiro nasceu a 2 de Maio de 1933 na antiga freguesia do Socorro, em Lisboa. Filha de mãe galega, era a mais nova de três irmãos e quase não conheceu o pai, que os abandonou. Tinha família na Amareleja, que nos...

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Nunca me despedi de ti por António Silva

Nunca me despedi de ti por António Silva

Poema Nunca me despedi de ti  António Silva Junho de 2024 Foto/PinterestNunca me despedi de ti Afinal é apenas um sono de minutos breves Mas um sono sem ter sonhos, Apenas te dei um beijo de boa noite Foi naquele anoitecer Que não se repete mais Era noite, uma noite...

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