Um passeio pela cidade do Porto.

Há muitos anos que não ia à Rua de Santa Catarina, uma das mais emblemáticas, no coração da cidade.

Deixando o carro no parque do Centro Comercial Santa Catarina, é obrigatório atravessar esse espaço para chegar à rua.

Vale a pena! Num piso superior deparamo-nos com uma decoração surpreendente, pois as fachadas das lojas são réplicas de casas antigas da cidade, e lindíssimas.

Igrexa

Na rua podemos visitar a Capela das Almas, revestida com belos azulejos azuis, de alto a baixo e com um interior intimista que convida à meditação, apesar de estar no centro do burburinho da cidade.

Na rua de Santa Catarina, há jovens músicos cantando, na esperança de que alguém deite uma moedas na caixa da guitarra, aberta no chão, chão que não passa despercebido aos nossos olhos, pois a calçada portuguesa ali está olhando para os pés dos transeuntes.

Não podemos ficar indiferentes ao Café Majestic, um dos mais antigos da cidade, aberto há 99 anos, sempre mantendo a classe inicial, a beleza do edifício que tornou famoso este lindo espaço, do qual a cidade do Porto se orgulha.

Ali ouvem-se todas as línguas, apesar dos turistas estrangeiros serem ainda em pequeno número.

Café Majestic
Majestic e Graça

Como sou apreciadora de doçaria regional, aproveitei para saborear uma “Rabanada” muito especial, pois desde o creme de ovos moles, ao pão fresco e bem frito, aos pinhões, nozes, coríntios, que a decoravam, nada lhe faltava, sendo acompanhada com um chazinho de camomila.

Quando puder, passe por aqui, porque são estes momentos que tornam a vida mais doce e nos ajudam a mitigar as dores e saudades.

Graça Foles Amiguinho

Graça Foles Amiguinho

Graça Foles Amiguinho

Colaboradora Portuguesa

“Son Maria de Graça Foles Amiguinho Barros. Vivo en Vila nova de Gaia, pero nascín no Alentejo, nunha aldeia pequena chamada A Flor do Alto Alentejo.

Estudei en Elva. Fiz maxisterio en Portoalegre. Minha vida foi adicada ao ensino durante 32 anos, aos meus alumnos ensineilles a amar as letras, o país, as artes e a cultura. 

Meu começo coa poesia aconteceu de xeito dramático cando partin os dous braços, en 2004 comecei a escribir poesia compulsivamente, en 2005 xa tiña o primero libro editado  O meu sentir…”

Abram-se, de par em par todas as fronteiras

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